terça-feira, 16 de setembro de 2008

Cibercultura - uma nova relação com o saber

Cibercultura : Uma nova relação com o saber

Após ler, analisar e refletir sobre o texto acima citado, pude constatar que o futuro dos sistemas educacionais e de formação na cibercultura deve ser fundada da mutação contemporânea da relação com o saber.
Pode-se chegar as seguintes constatações:
Pela primeira vez, a maioria das competências adquiridas por um profissional no inicio de sua carreira estarão ultrapassados no final da mesma;
Trabalhar, sinônimo de transmitir saberes e produzir conhecimentos;
O ciberespaço suporta tecnologias intelectuais que exteriorizam e modificam inúmeras funções cognitivas humanas:
Memória
Imaginação
Percepção
Raciocínio
Atualmente aquilo queremos aprender não podemos planeja-lo com antecedência e cada vez menos os perfis de competência podem ser canalizados em um mesmo curso para todos.
A emergência do ciberespaço não significa que “tudo” pode ser acessado e sim que o “todo” está definitivamente fora do alcance.
Conclui-se que o ciberespaço, interconexão dos computadores em alguns anos serão o principal equipamento coletivo da memória, pensamento e comunicação.
Será o mediador essencial da inteligência da humanidade.
Portanto, nós, profissionais da educação devemos estar alertas e constantemente reciclando-nos para acompanhar estas mudanças.
Baseado no texto CIBERCULTURA, de Pierre Levy.

4 comentários:

Anônimo disse...

Agi achei teu comentário com fundamentação, demonstrando que houve compreensão do texto.

Rosane

Anônimo disse...

Realmente, as mudanças são constantes e a necessidade de atualização é cada vez mais premente.
Vamos juntas trilhar esse caminho pois sempre é menos difícil quando andamos em parceria.
Carmem

Vivendo Aprendendo Compartilhando... disse...

O texto nos mostra a necessidade de adaptação e atualização de cada um de nós, mas com cursos como estes vamos vencer estas lacunas. Nunca é tarde para progredir. O companheirismo do grupo é fundamental.
Beijos.

variadas disse...

Agilene, realmente creio que devemos ser mediadores, mas nunca devemos esquecer que nossa mente e nosso coração tem que estar acima de tudo.
Beijos